Rejuvenescimento facial · São Paulo · Vila Andrade

Cirurgia Plástica Facial — Rejuvenescimento com Naturalidade e Precisão Anatômica

Abordagens individualizadas da face e do pescoço, incluindo Deep Plane, Deep Neck e técnicas endoscópicas.

Dr. Fernando Fernandes · Médico · CRM 101877-SP
Cirurgia Plástica RQE 27843 · Cirurgia Geral RQE 21998

Filosofia do rejuvenescimento anatômico

O rejuvenescimento facial começa pelo entendimento da anatomia. A técnica é escolhida para o paciente, e não o paciente para a técnica.

Rejuvenescer o rosto não consiste apenas em remover a pele que sobra. Com o tempo, os tecidos profundos descem, os ligamentos que os sustentam se afrouxam, os compartimentos de gordura mudam de volume e de posição, e o contorno da mandíbula e do pescoço perde definição. Esticar apenas a pele não trata essas causas e pode alterar a expressão.

O rosto é organizado em camadas: pele, gordura, uma camada de sustentação chamada SMAS, que se continua no pescoço com o músculo platisma, e, abaixo dela, espaços e ligamentos de retenção que fixam os tecidos ao esqueleto. A abordagem do Dr. Fernando Fernandes parte do conhecimento dessas camadas, do planejamento individual e da escolha criteriosa do plano cirúrgico em cada região, com tratamento integrado do terço médio da face, do contorno da mandíbula e do pescoço, e atenção especial à definição cervical.

O objetivo é buscar um resultado natural, preservar a identidade e evitar alterações artificiais da expressão.

Deep Plane Facelift e técnicas de SMAS

O Deep Plane Facelift é uma das principais técnicas de interesse na prática de rejuvenescimento facial do Dr. Fernando.

Como funciona. A dissecção é feita no plano profundo, abaixo do SMAS. Os ligamentos de retenção são liberados de forma seletiva, e pele, gordura e SMAS são reposicionados como uma unidade. Com isso, o tratamento atua sobre o terço médio da face, o sulco entre o nariz e a boca, a linha da mandíbula e a transição para o pescoço, sem depender de tensão excessiva sobre a pele.

Deep Plane e outras técnicas de SMAS. O SMAS também pode ser tratado por outras estratégias, como plicatura, ressecção ou elevação de um retalho de SMAS. A escolha entre o Deep Plane e essas técnicas é individualizada, conforme as características anatômicas e clínicas de cada paciente. O Deep Plane não é uma solução universal, e não há técnica comprovadamente superior para todos.

Deep Neck e técnica NET: definição do pescoço e da mandíbula

A definição do pescoço não depende apenas da retirada de pele ou de gordura superficial. A perda de definição entre a face e o pescoço envolve estruturas superficiais e profundas. Por isso, a avaliação dá atenção particular à linha da mandíbula, à região abaixo do queixo (submentoniana) e ao ângulo entre o queixo e o pescoço (ângulo cervicomentoniano).

Técnica NET. A técnica NET (Neck Enhancement Technique), descrita pelo cirurgião plástico André Auersvald, é uma das técnicas frequentemente utilizadas pelo Dr. Fernando nos casos de Deep Plane Facelift associados à cirurgia do pescoço. A abordagem tem como objetivos tratar as alterações do pescoço e buscar melhor definição da linha da mandíbula, da região submentoniana e do ângulo cervicomentoniano.

O que pode ser tratado

  • Platisma, o músculo fino e largo do pescoço, que pode ser aproximado e reposicionado quando suas bordas se afastam e formam bandas;
  • gordura subplatismal, que fica abaixo do platisma e, em alguns pacientes, é a principal responsável pelo volume abaixo do queixo;
  • músculos digástricos, cujo ventre anterior, abaixo do queixo, pode contribuir para o volume;
  • glândulas submandibulares, em situações selecionadas, quando contribuem para o volume abaixo da mandíbula.

Nem todas essas estruturas são tratadas em todos os pacientes. A abordagem ampliada do pescoço é uma possibilidade técnica, condicionada à anatomia e à avaliação de riscos, e não um protocolo obrigatório. A técnica não garante um resultado determinado, e não há ângulo ou contorno padronizado.

Riscos específicos do pescoço

Por envolver estruturas profundas, a cirurgia do pescoço tem riscos próprios, discutidos na consulta:

  • hematoma, que é a intercorrência mais relevante e pode exigir nova intervenção;
  • lesões nervosas, que podem causar alterações de movimento, como do lábio inferior, em geral temporárias e raramente permanentes;
  • complicações salivares ou glandulares, como acúmulo de saliva, quando essas estruturas são tratadas;
  • assimetrias e irregularidades de contorno.

Videocirurgia frontal e temporal

A descida das sobrancelhas, da testa e da região temporal pode contribuir para o aspecto cansado ou pesado do olhar. A videocirurgia (endoscopia) é uma das alternativas para tratar o terço superior da face.

Como funciona. Por pequenas incisões planejadas no couro cabeludo, uma câmera permite visualizar a anatomia por dentro, liberar os tecidos e reposicioná-los conforme a indicação.

  • Lifting frontal: trata a testa e a posição das sobrancelhas como um todo.
  • Lifting temporal: atua na região das têmporas e na cauda das sobrancelhas, elevando a parte lateral do olhar.
  • Lifting facial completo: trata também o terço médio, a mandíbula e, em geral, o pescoço (Deep Plane e Deep Neck). Pode ser associado ao lifting frontal ou temporal, conforme a avaliação.

Procedimentos faciais complementares

Podem ser feitos isoladamente ou associados a outras cirurgias, conforme a indicação.

  • Blefaroplastia (pálpebras). Trata o excesso de pele das pálpebras superiores e as bolsas e alterações das pálpebras inferiores.
  • Lip Lift. Encurta a distância entre o nariz e o lábio superior, que tende a aumentar com o envelhecimento, por uma incisão junto à base do nariz.
  • Lipoenxertia facial. Usa a gordura da própria paciente, retirada e preparada, para repor volume em regiões específicas da face.
  • Lipoaspiração submentoniana. Retira gordura superficial abaixo do queixo, quando esse é o principal fator e a pele tem boa elasticidade.
  • Lifting cervical. Trata a flacidez e o contorno do pescoço, isoladamente ou com a face.
  • Prótese de mento (mentoplastia). Projeta o queixo com implante, para melhorar o equilíbrio do perfil e a transição entre o queixo e o pescoço. Pode ser associada à cirurgia do pescoço ou à rinoplastia, conforme a avaliação.
  • Rinoplastia. Cirurgia do nariz, com finalidade estética e, quando indicado, funcional.
  • Otoplastia. Corrige a forma e a posição das orelhas.

Consulta, anestesia e planejamento

A consulta. A avaliação é individual e considera a anatomia e o grau de envelhecimento de cada região, a qualidade da pele, a posição das sobrancelhas, a distribuição dos compartimentos de gordura, o contorno da mandíbula e do pescoço, as condições clínicas (como pressão arterial), procedimentos anteriores, inclusive preenchimentos, e as suas expectativas. Fotografias para planejamento podem ser feitas, de uso exclusivamente médico.

Quando não é o momento. Tabagismo ativo, que aumenta de forma importante o risco de sofrimento e necrose de pele; pressão arterial não controlada, que aumenta o risco de hematoma; doenças não controladas; e expectativa de mudança de identidade.

Preparo.

  • Exames pré-operatórios e avaliação de risco cirúrgico.
  • Pressão arterial controlada.
  • Suspensão do tabagismo antes e depois da cirurgia, no prazo orientado em consulta.
  • Revisão de medicamentos e suplementos, incluindo anticoagulantes, anti-inflamatórios, hormônios e fitoterápicos.
  • Avaliação individual do risco de trombose, com medidas de prevenção definidas para cada paciente.
  • Terapias complementares podem ser consideradas em situações clínicas específicas, mediante avaliação individual.

A cirurgia.

  • Onde. Em hospital. Operamos nos hospitais São Luiz, Samaritano Paulista, Vila Mariana Day e Blanc, escolhidos conforme o procedimento, a disponibilidade e a necessidade clínica.
  • Anestesia. Pode ser geral ou sedação associada à anestesia local, dependendo do procedimento e da avaliação anestésica.
  • Duração. Estimativas habituais: Deep Plane Facelift associado ao Deep Neck, cerca de 7 a 8 horas; videocirurgia frontal ou temporal, cerca de 3 a 4 horas; blefaroplastia, cerca de 1 a 2 horas; Lip Lift, cerca de 1 hora. O tempo depende da extensão do procedimento e das condições durante a cirurgia.
  • Drenos. Habitualmente não são utilizados nesses procedimentos. Isso não elimina o risco de complicações, como o hematoma.
  • Alta hospitalar. Habitualmente após cerca de 24 horas, conforme a evolução clínica.

Se houver indicação e você decidir seguir, a Vívian organiza a proposta, o hospital e as datas, e a Márcia acompanha os agendamentos.

Recuperação e cuidados pós-operatórios

O pós-operatório varia conforme a extensão dos procedimentos. Os prazos abaixo são o protocolo habitual e podem ser modificados conforme o procedimento realizado e a evolução clínica. Eles não são garantias, e toda liberação é dada pelo médico.

  • Faixa compressiva: por 3 dias.
  • Cabeceira elevada: a aproximadamente 30 graus.
  • Caminhar: caminhadas leves e curtas desde o primeiro dia, quando clinicamente possível, como parte da prevenção de trombose. Isso não deve ser confundido com atividade física.
  • Lavar os cabelos: após 3 dias.
  • Convívio social: em cerca de 14 dias.
  • Trabalho: em cerca de 21 dias.
  • Maquiagem: após 21 dias.
  • Exercícios leves: entre 30 e 45 dias.
  • Exercícios intensos: após 60 dias.
  • Sol: evitar exposição solar direta nas áreas operadas por aproximadamente 60 a 90 dias.
  • Retornos: programados no consultório, com contato direto da equipe.

O que é esperado. Inchaço e manchas roxas no rosto e no pescoço, que diminuem ao longo de semanas; sensação de repuxamento; áreas de dormência, em especial perto das orelhas e no pescoço, em geral temporárias.

Cicatrizes. No facelift, as incisões acompanham o contorno da orelha e se estendem para o couro cabeludo ou para a linha do cabelo; no pescoço, pode haver uma pequena incisão abaixo do queixo; na videocirurgia, pequenas incisões no couro cabeludo; na blefaroplastia superior, no sulco da pálpebra; no Lip Lift, junto à base do nariz. As cicatrizes são permanentes, e sua aparência depende da cicatrização individual.

O resultado se define ao longo de meses. O envelhecimento continua após a cirurgia, e a duração do resultado varia de pessoa para pessoa. Em alguns casos, pode ser necessário um retoque.

Riscos e segurança

Toda cirurgia tem riscos, e é direito seu conhecê-los antes de decidir. Além dos riscos específicos do pescoço descritos acima, entre os principais da cirurgia facial:

  • hematoma, mais frequente com pressão arterial elevada;
  • lesão de ramos do nervo facial, com fraqueza de movimentos, em geral temporária e raramente permanente;
  • alterações de sensibilidade;
  • sofrimento ou necrose de pele, mais frequente em fumantes;
  • cicatrizes alargadas ou visíveis, alterações na linha do cabelo e áreas de queda de cabelo junto às incisões;
  • assimetrias e irregularidades de contorno;
  • nas pálpebras: olho seco, alterações da posição da pálpebra inferior e, muito raramente, alterações da visão;
  • infecção, trombose e embolia, raras, e riscos próprios da anestesia.

Os riscos mudam conforme a saúde, os hábitos e a extensão da cirurgia. Na consulta, eles são avaliados para o seu caso.

Perguntas frequentes

É uma técnica de facelift em que os tecidos são reposicionados a partir do plano abaixo do SMAS, com liberação seletiva de ligamentos. É uma das opções; a escolha depende da sua anatomia.

Não há técnica superior para todos. Cada estratégia de tratamento do SMAS tem indicações próprias, definidas na avaliação.

É a abordagem do pescoço que, além da pele e do platisma, pode tratar estruturas abaixo dele, como a gordura subplatismal e os músculos digástricos, quando a anatomia indica.

É uma técnica de cirurgia do pescoço descrita pelo cirurgião André Auersvald e uma das técnicas frequentemente utilizadas pelo Dr. Fernando nos casos de Deep Plane associados à cirurgia cervical. A indicação e a extensão dependem da anatomia de cada paciente.

Porque, em alguns pacientes, o volume e a falta de definição vêm de estruturas abaixo do músculo platisma.

Não há prazo garantido. O envelhecimento continua, e a duração varia com a anatomia, a pele, a genética e os hábitos.

O planejamento busca reposicionar os tecidos profundos, e não apenas esticar a pele, com o objetivo de preservar a expressão. O resultado é individual.

Habitualmente, o convívio social é retomado em cerca de 14 dias e o trabalho em cerca de 21 dias, mas isso depende da cirurgia e da sua evolução.

Sim, mas isso é avaliado na consulta, porque pode influenciar o planejamento.

O atendimento é particular.

Agende sua avaliação

O primeiro contato é com a Márcia, que tira as dúvidas iniciais e agenda sua consulta com o Dr. Fernando.

Dr. Fernando Fernandes · Médico
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